sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

A TIGELA DE MADEIRA

 


Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.

 

A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.

 

O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho. Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão."

 

Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.

 

Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos.  Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.

 

O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança:

-"O que você está fazendo?"

O menino respondeu docemente:

-"Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer."

 

O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito.

 

Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.







segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

DEPENDE DAS MÃOS

 


Uma bola de basquete... nas minhas mãos vale uns R$35,00. Nas mãos do Oscar vale R$7.000.000,00.

Uma bola de vôlei... nas minhas mãos vale uns R$25,00. Nas mãos do Tande vale uns R$5.000.000,00

Uma raquete de tênis... em minhas mãos não tem uso algum. Nas mãos do Guga U$ 9.000.000.00

Uma vara ou cajado... em minhas mãos vai manter os animais afastados de mim. Nas mãos de Moisés abriu o mar vermelho.

Um estilingue... nas minhas mãos é apenas para mirar em passarinho. Nas mãos de Davi se tornou uma arma poderosa.

Dois peixes e cinco pães... nas minhas mãos se tornam alguns sanduíches. Nas mãos de CRISTO alimentaram multidões.

Pregos... nas minhas mãos podem significar a construção de uma casa. Nas mãos de CRISTO significaram a SALVAÇÃO DO MUNDO.

Como você pode concluir agora, tudo depende das mãos...Então coloque suas preocupações, seus sonhos, seus anseios, seus temores, seus interesses, SUA FAMÍLIA, SUA VIDA Nas mãos de DEUS! Pois TUDO depende das mãos que os tem.

Que DEUS Abençoe o seu dia, sua noite, enfim sua vida! 


"Ainda ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá". Salmos 139:10

 




sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

A RAPOSA E O LENHADOR




Existia um lenhador que acordava às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro
cortando lenha e só parava tarde da noite.
Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem e, portanto, não era confiável.
Quando ela sentisse fome, comeria a criança. O lenhador sempre argumentando com os vizinhos que isso era uma grande bobagem.
A raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: "Lenhador, abra
os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando sentir fome, comerá seu filho!"
Um dia, o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangüentada.
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa.
Ao entrar no quarto, desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranqüilamente e, ao lado do berço, uma cobra morta. O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.

 

Moral da estória: NUNCA tome decisões precipitadas...


 





A TIGELA DE MADEIRA

  Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e...